quarta-feira, 6 de novembro de 2019
domingo, 6 de outubro de 2019
Não seja a SOMBRA de ninguém - Minhas Cartas
O seu corpo dita cada situação que vive,
Quente ou Frio? Não importa.
A sua entrega em qualquer área da sua vida, diz quem você é.
Mas, quem você é?
Você manteve seu amor pela vida até pisarem em você.
Você é tudo o que precisa ter.
E Deus te observa dali, daqui ou de acu lá,
Observa-te a espera que não sejas sombra de ninguém.
Afinal, nós não somos daqui.
Não queremos ser apenas uma sombra,
Queremos ser quem nunca fomos!
Eu quero e você quer - apenas ser.
Ninguém mais.
Não quero a sombra de ninguém
Preenchendo o ambiente
Quero ser eu mesmo, atrasado ou cedo;
Partir, partir de mim mesmo a fim de, apenas ser...
Um corpo que se entrega, mas então se retém
Um sol brilhante na vida de alguém, mas, o céu está negro, mais uma vez.
Isso pode ser apenas um outro sinal:
Eu não posso manter o que não é meu
O meu eu partiu, mas ainda permanece
E, nessa permanência, mexe com tudo aqui dentro.
Como posso falar se você não quer viver o que fala?
Você fala em voz alta, mas soa muito distante,
Talvez eu tive só um vulto da minha própria alma,
Foi a sua sombra que eu a vi na parede ou foi a minha?
Eu estou te observando desaparecer
Como? Se você, você nunca esteve aqui.
É apenas a minha sombra.
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quinta-feira, 5 de setembro de 2019
COMO CRIAR UMA DANÇA CATÓLICA QUE EVANGELIZA
O E-Book Dança [Católica] é um guia que ensina o passo a passo para você servir a Deus com a dança.
Com embasamento teórico, prático e espiritual - nunca mais você vai usar/ver este carisma do mesmo jeito.
Esse livro vai ajudar você tanto a descobrir o seu chamado missionário (evangelizadança) como a criar uma coreografia (passo a passo) do absoluto zero!
Além disso, você vai poder vivenciar e pôr em prática o método que desenvolvi para os grupos/ministérios de dança alcançarem seu objetivo: tocar o coração das pessoas através do movimento.
Temas abordados: o chamado e a espiritualidade do artista, o que a Igreja diz sobre a dança, o que se entende por ministério, a dança como forma de evangelização, o modo como servimos, a unidade do grupo/ministério de dança, ministério de beleza, simplicidade e liberdade, formação técnica e espiritual, passos para manter o equilíbrio ministerial, expressividade corporal, dança contemporânea, composição coreográfica e muitas outras dicas para você.
Ao adquirir este E-Book você vai ter a oportunidade de APRENDER como surgiu e o que fazer para SERVIR A DEUS com danças - através de uma leitura dinâmica e descontraída.
O livro Dança [Católica] - Caminhos para Evangelizadança: é um GUIA que ensina a você o PASSO A PASSO para utilizar a dança como evangelização na sua comunidade. Com embasamento teórico, prático e espiritual - nunca mais você vai DANÇAR do mesmo jeito.
Com esse livro você vai descobrir o SEU CHAMADO MISSIONÁRIO (evangelizadança) e vai aprender a CRIAR UMA COREOGRAFIA (passo a passo) do absoluto zero!
VOCÊ QUER TOCAR O CORAÇÃO DE DEUS E O DAS PESSOAS QUE TE VEEM EXPRESSANDO A SUA FÉ COM A DANÇA?
Depois de ler esse livro você vai poder EXPERIMENTAR e pôr em prática o método que desenvolvi para os GRUPOS/MINISTÉRIOS de dança alcançarem SEU OBJETIVO: tocar o coração das pessoas através do carisma que DEUS CONFIOU A VOCÊ.
Ah, mas eu NÃO SEI DANÇAR, não levo jeito para criar coreografias.
NÃO TEM PROBLEMA!
Entre os temas abordados no livro, você VAI GANHAR também a CHANCE de aprender a dançar os 3 tipos de louvores e PODER ESCOLHER o que mais toca o CÉU.
Faz QUANTO TEMPO que você não investe em FORMAÇÃO?
HÁ QUANTO TEMPO VOCÊ ESPERA PARA DANÇAR PARA/COM/POR DEUS?
CHEGOU A HORA E É AGORA!
NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!
COM CERTEZA VOCÊ vai gostar dos temas abordados nesse E-book, veja:
- O chamado e a espiritualidade do artista;
- O que a Igreja diz sobre a dança;
- O que se entende por ministério;
- A dança como forma de evangelização;
- O modo como servimos e a unidade do grupo/ministério de dança;
- Ministério de beleza, simplicidade e liberdade;
- Formação técnica e espiritual;
- Passos para manter o equilíbrio ministerial;
- Alongamento e flexibilidade;
- Expressividade corporal e dança contemporânea;
- Composição coreográfica;
- Como criar uma evangelizadança.
Essas e muitas OUTRAS DICAS para você NÃO PERDER A GRAÇA de Deus na SUA MISSÃO.
Vem para o #time ARTISTA SENTINELA – VOCÊ NÃO PERDE POR LOUVAR.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Mentoria Dança Católica
Olá, tudo bem?
Quer ser acompanhado e crescer em graça e estatura no seu ministério de dança e não sabe como?
Estou criando uma rede de partilha só com QUEM QUER evangelizar com a dança.
Envie um e-mail com whatsapp se apresentando, falando de onde você é e o que deseja saber.
E-mail: julioartsent@gmail.com
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domingo, 1 de setembro de 2019
A Dança da Solidão
A vida nos marca com muitas histórias de superação, em uma delas eu estava ali, no frio da solidão e, mesmo assim, precisava predispor-me em uma apresentação artística.
Não pense que corri, mas, confesso que relutei, não fosse a vontade de gritar e chorar pelo abandono por hora sentido pela lastima ausência daqueles que amo. E se eu esquecesse a sequência da coreografia? Se eu fizesse feio mediante a minha triste solidão, o que iam fazer comigo?
Dei um goto seco, tomei meus passos inseguros, confiei num único pingo de esperança que em mim existia... a solidão.
Entrei em cena e expressei toda minha alma dolorida, quase chorei por fora, mas me contive por dentro; se errei algum passo? Desculpe-me, não lembro. Lembro apenas da multidão em lágrimas, de pé com poucas palmas marcadas e eu angustiado por não entender o motivo. Ah, era o cortejo de uma mísera expressão da minha humilde, sincera e verdadeira DANÇA SOLITÁRIA que comoveu a todos depois de ter arruinado comigo.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2019
SÍNTESE DA PROPOSTA METODOLÓGICA DA DANÇA NO CONTEXTO DE ISABEL MARQUES ENVOLVENDO A ABORDAGEM TRIANGULAR DO ENSINO DE ARTES.
A metodologia do ensino, seja ela na dança ou em qualquer área, é o único meio de tornar uma aula prestigiosa. Pensando assim, os textos em discussão: Dança no Contexto e a Abordagem Triangular do Ensino de Artes, traz como proposta, possibilidades de transformação e inclusão social através do ensino da dança. Um tema atual, mas que se predominou na década de 1980 e foi sistematizada no período de 1987/1991.
Nos últimos anos vem sendo crescente as publicações de livros sobre o ensino de dança no Brasil, caracterizando um momento de maior interesse a respeito da linguagem da dança. A Isabel Marques sistematiza os seus últimos 15 anos de atividade docente, artística e de pesquisa. A autora é reconhecida como artista, pesquisadora e docente em dança. Seu trabalho na pesquisa metodológica na área do ensino de dança é pioneiro no Brasil, assim como é pioneira no Brasil a sistematização de uma pesquisa desenvolvida ao longo de quatorze anos. A autora utiliza como diretriz analítica os estudos.
Em “Linguagem da Dança: Arte e Ensino” é perceptível a visão em ampliar conceitos e expandir as práticas sobre o ensino de dança nos dias de hoje sob uma perspectiva crítica, relacional e transformadora. E na Abordagem Triangular podemos refletir sobre as principais pesquisas, discussões, teorias em torno deste tema, visto que, no Ensino de Artes, a autora, Regina Stela Machado, também reflete sobre o movimento. Rudolf Laban, “o movimento é um processo pelo qual um ser vivo se capacita a satisfazer uma gama imensa de necessidades interiores e exteriores.”
Na prática vivenciada em sala de aula, quando a professora colocou a música e pediu para que os alunos se movimentassem experimentando os níveis, foi visivelmente o tempo de cada aluno, os níveis que cada um usava e como brincavam com isso. Em seguida, foi formado duplas, uma ia respondendo os movimentos do outro na dança, entrando em sintonia, um no ritmo um do outro. A cada movimento, uma qualidade diferente. Em tese, nas vivências em sala de aula, percebemos que o espaço-temporal em que nos encontramos, vivemos e existimos nos constituem corporalmente e estão diretamente relacionadas a quem somos e como atuamos nas tessituras das redes sociais. Não há como negar, reciprocamente, são nossos corpos, suas ações, atitudes e posicionamentos que constroem os espaços e os tempos em que nos localizamos. Assim, o ser constituído como ser social, com sua diversidade cultural, corpos, híbridos, transitórios e fluidos leem o mundo segundo seus próprios cruzamentos, suas próprias percepções, histórias, aprendizados, estados corporais.
Os eixos que remetem a abordagem triangular: produção, leitura e contextualização, permite-nos, fazer um paralelo com a proposta de Isabel Marques quando ela defende a ideia do tripé: arte-ensino-sociedade e os entrelaçamentos entre as faces da quadra articuladora: problematização-articulação-crítica-transformação. O que ambas têm em comum? As percepções, impressões, sensações que temos de nós mesmo, mesmo que socialmente constituídas e historicamente construídas, nem sempre correspondem ao que os outros veem e percebem em nós; vemo-nos em relação aos outros, ao meio em que vivemos, no entrelaçamento de redes de percepções, sentimentos, afetividades, histórias que atravessam nossos corpos. Esses corpos são os mesmos que dançam em nossas salas de aula.
Sendo assim, ler tem o sentido de reconhecer e compreender poeticamente códigos e principalmente o sentido de dar combustível ao universo de imagens internas significativas responsáveis pelo vigor conceptivo do ser humano. Esse eixo trata das ações que envolvem o exercício da percepção. Nesse contexto, a teoria e a prática em sala de aula, observamos, sobretudo, o eixo da contextualização, a leitura do texto e as técnicas que foram para o corpo, e o processo de construção dos movimentos no corpo a partir disso.
REFERENCIAS:
MARQUES, Isabel. Linguagem da dança: arte e ensino. São Paulo: Digitexto, 2010.
BARBOSA, Ana Mae; CUNHA, Fernanda Pereira. Abordagem Triangular no ensino de artes e culturas visuais. São Paulo: Cortez, 2010.
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terça-feira, 27 de agosto de 2019
INSCRIÇÃO DO I FESTIVAL DE DANÇA ARTÍSTICA DA ARTSENT - CEARÁ-MIRIM/RN
Olá, seja bem vindo (a).
Pedimos que, por gentileza, antes de se inscrever LEIA ATENTAMENTE o REGULAMENTO disponibilizado pelas redes sociais da ARTSENT ESCOLA DE DANÇA.
** A inscrição será realizada em duas etapas. A primeira, chamada de PRÉ-INSCRIÇÃO, será feita via link online, mediante o preenchimento do formulário de inscrição, com prazo do dia 20 de agosto à 20 de setembro de 2019, até as 22h.
Click no Link abaixo:
** A segunda etapa, chamada de CONFIRMAÇÃO DA INSCRIÇÃO, consistirá no pagamento da taxa de R$ 40,00 (por apresentação) e envio do comprovante de pagamento para o email: julioartsent@gmail.com até as 22h do dia 23 de setembro de 2019.
** O valor da taxa deverá ser depositado/transferido para a conta: Banco do Brasil, Agência: 1042-1, Conta Corrente: 43560-0, Poupança (Variação: 51) no nome de JULIO CÉSAR DO NASCIMENTO DE OLIVEIRA. Ou pelo LINK DIRETO - (NO FIM DA INSCRIÇÃO).
§1° A INSCRIÇÃO SERÁ VALIDADA SOMENTE APÓS A REALIZAÇÃO DAS DUAS ETAPAS E MEDIANTE O ENVIO DO COMPROVANTE POR E-MAIL.
Equipe Organizadora
ArtSent.
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Local: Natal
Ceará-Mirim, RN, 59570-000, Brasil
Conceito de Cultura - Síntese Reflexiva
Síntese Reflexiva
O entendimento acerca do conceito de cultura inicialmente nos remete aos comportamentos e construções de produções de um determinado grupo de pessoas, essas quais estão interligadas e fazem parte do seu modo de vida. Logo, são evidenciadas atividades e costumes, como fatores determinantes para definir a cultura de um determinado povo. Nossos estudos e reflexões buscaram analisar mais profundamente e criteriosamente o que a conceptualização de cultura. Ao decorrer nas inúmeras etapas de indagações e busca de fontes históricas, sociais e filosóficas chegamos enfim a construção do conceito de cultura; Tudo que o ser humano adquire e produz. Produção social de um povo que contempla linguagens, conhecimentos, costumes, artes, tradições, crenças, instituições. É transmitida às gerações vindouras e projeta a identidade de um povo de acordo com o tempo histórico. É diversa e mutável, é cultura. Tudo o que o homem adquire faz parte da sua vivência, suas características, seja social ou psicológica, desde modo a produção social esta ligada intrinsecamente a sua cultura, ao seu modo de agir diante da sociedade a que faz parte, linguagem, tradições, estrutura organizacional, todos são elementos genuinamente criados e reproduzidos pelo homem, fazem parte da historicidade das sociedades a serem transmitidas e reproduzidas a outras gerações. A constituição do conceito cultura foi elaborada através de apresentações de conhecimentos prévios, a comparações e indagações a cerca de particularidades e singularidades levantadas pelo grande grupo, tendo também em uma dessas etapas como objeto de estudo, o filme “Caramuru. A invenção do Brasil.” é um filme brasileiro de 2001, do gênero comédia, dirigida por Guel Arraes e escrito por ele e Jorge Furtado. Análise essa que resultou no levantamento das particularidades e singularidades de diferentes culturas que foi mostrada nas cenas do filme, que propulsionou uma reflexão sobre o choque de distintas características culturais, a diferenciação cultural de pessoas que ao entrarem em contato com uma realidade social distinta da que estavam habituadas, se apropriaram e adaptaram as novas maneiras de sobrevivência. A partir das novas descobertas com as comparações e reflexões em grupo, foi possível listar uma série de características que eram pertinentes às distintas realidades descritas no filme, compreendermos que a humanidade é repleta de diversidades e cada qual localidade, comunidade e grupos desenvolvem-se com suas peculiaridades, havendo troca de experiências e vivencias entre si, dessa forma que se caracterizam as relações sociais. Para Max, [...] A história-cultura é o modo como, em condições determinadas e não escolhidas, os homens produzem materialmente (pelo trabalho, pela organização econômica) sua existência e dão sentido a essa produção material [...]. Ao construirmos os cartazes com o conceito de cultura o que já tínhamos previamente formado, foi de extrema relevância, observamos que a internalização de estudos anteriores fez com que a reprodução fosse inevitável, logo o conceito para todos era inicialmente algo simples e direto, porém quando o foi realizado a análise dos conceitos construídos por toda a sala e unimos em uma somente determinação, foi possível assimilar o quanto a conceituação poderia ser variável e mutável. Logo, é evidente que o aprendizado a cerca da construção de um conceito não cabe a penas a alunos de graduação, o processo da construção do conceito de cultura para os alunos do primeiro ciclo do nível fundamental é de extrema relevância, já que também é essencial desde os primeiros anos do processo de ensino e aprendizagem a formação do pensamento reflexivo e a construção da identidade, esse momento deve ser estruturado para ser uma situação motivadora, na qual esses alunos se identifiquem e possam realizar suas reflexões, a partir de seus conhecimentos prévios, mas também que avaliem e selecionem as informações que serão determinantes para que se chegue ao objetivo final, que é o conceito. Ao trabalhamos a construção da conceptualização de cultura, tomaremos o aluno como sujeito e objeto do estudo, pois ele faz parte dessa construção, seja como pesquisador, ou como objeto de estudo já que seus costumes e modo de vida também serão levados em consideração para analisarem o que é cultura e o que não é cultura. Porém, não é apenas levantar a indagação do que seria cultura, mas organizar o método de aprendizagem buscando atuar embasados nos conhecimentos já assimilados pelos alunos e assim apresentar-lhe uma nova informação ou maneira de ver ou refletir sobre a cultura. A Zona de desenvolvimento Proximal ajuda a apresentar uma nova formula para aprendizagem. Considerando que a “boa aprendizagem” é aquela precede o desenvolvimento, a escola deve esforçar-se em ajudar os alunos a expressar o que por si mesmo não podem fazer, em desenvolver no seu interior, aquilo do que carecem intrinsecamente no seu desenvolvimento (GONZÁLEZ, 1991).
Para que se façam os alunos pensadores reflexivos, que pensem a cerca não somente do que está implícito mais sobre aquilo também que não é concreto, faz-se necessário criar um ambiente propicio a isso, a sala de aula deve conter elementos que propulsione aos alunos momentos de aprendizado significativo, quando citarmos a ambiente sala de aula, não nos remetermos somente a sua aparência, mas sua organização e a prática do educador, atividades que busquem além do que já se sabe ou sugerem que deve seja ensinado. Pois questionadores se constroem a partir de indagações a cerca deles mesmos, o professor ao perguntar os conhecimentos prévios dos seus alunos sobre o conceito de cultura, está conhecendo particularidades do conhecimento que todos os alunos já possuem, será possível constatar se esses são embasados em senso comum, ou é algo internalizado por meio de leituras e do seu próprio interesse, as oficinas pedagógicas criam uma contextualização de criar, fazer e pensar, além da apropriação do conhecimento, e motivação de buscar outras possibilidades de aprendizagem. A oficina pedagógica cria um contexto em que as situações de aprendizagem são claras, precisas e diversificadas, de forma que os alunos aprendam a partir de seus itinerários de apropriação dos saberes e desenvolvimento de suas capacidades (FERREIRA, 2001.). A motivação que deve caracterizar as aulas, a construção é mais proveitosa quando há interesse e identificação com o objeto de estudo, aprender fazer, fazendo possibilita um amplo campo de exploração de conhecimento. Para exemplificação, quando foi sugerido que fizéssemos um cartão com as definições de cultura produzidas pelo grande grupo foi criado uma expectativa a cerca do que seria realizado na aula. São esses momentos que devem se realizar nas nossas aulas uma simples produção quando é realizada de forma que os alunos se sintam a vontade para produzir e usarem a criatividade faz com o campo de expectativa torne a aula e o aprendizado muito mais significativo, tanto para o aluno quanto para o professor. O trabalho em grupo e participativo faz com que todos os momentos sejam de troca de experiência e de saberes, tornando dessa forma o processo de ensino e aprendizado um momento de construção coletiva no qual todos os envolvidos adquirem novos conhecimentos e novas experiências.
Referência bibliográfica
ANDRADE, João Maria Valença de. Ensino de História nos anos iniciais: a formação do pedagogo. in: ANDRADE, J. M. V. STAMATTO, M. I. S. (Orgs.). História ensinada e a escrita da história. Natal : EDUFRN, 2009.
NÚNES, Isauro Beltrán. Vygotsky, Leontiev e Galperin: formação de conceitos e princípios didáticos. Brasilia, Liber Livros, 2009. 216p. Cap. 1. P. 25-62.
FERREIRA, Mª Salonilde. Oficina pedagógica: recurso mediador na atividade de aprender. in: RIBEIRO, Márcia M. G. FERREIRA, Mª Salonilde. Oficina pedagógica: uma estratégia de ensino-aprendizagem. Natal : Edufrn, 2001.
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